2 resultados citaram: Autenticidade em Experiências de Turismo: proposição de um novo olhar baseado na Teoria da Complexidade de Edgar Morin

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A identidade do turista e o consumo colaborativo

Por meio de plataformas digitais, o consumo colaborativo possibilita o acesso a diversos produtos e serviços, assumindo papel essencial na construção de identidades. Ao ampliar a participação dos indivíduos nas escolhas de suas viagens e permitir o contato direto entre os usuários, essa forma de consumo tem conseguido adesão de pessoas em busca de alternativas no mercado turístico, e dado espaço para o discurso anti-turista, direcionado para consumidores que procuram se distanciar do turismo tradicional, geralmente de massa. Compreendendo que os consumidores atuam na propagação de discursos e imagens sobre um serviço ou destino, bem como na construção de sua identidade de consumo, buscou-se entender como os usuários do Airbnb interpretam as mensagens apresentadas pela plataforma e as relacionam com a sua identidade de turista (tradicional) ou viajante (anti-turista). Os resultados deste estudo, de natureza qualitativa, obtidos a partir da análise dos dados gerados por entrevistas semiestruturadas, indicam que os respondentes se indetificam mais com a proposta dos serviços oferecidos pela plataforma do que com a ideia do ser turista ou viajante. Com interesses semelhantes, os usuários revelam possuir características de consumo comuns aos dois perfis de consumidores, variando conforme o tipo de viagem que cada um realiza.
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Migrant entrepreneurship, value-creation practices and urban transformation in São Paulo, Brazil

This paper examines the entrepreneurial practices of migrants, including refugees, establishing and operating businesses providing food, hospitality, leisure, tourism and events-related services and experiences. Drawing on empirical data gathered in São Paulo, Brazil, the study conceptualises how migrants create cultural ‘goods’ (encompassing material objects, services and experiences), which have been subjected to valuation processes. The paper considers the practices through which migrants mobilise identities, histories, and culturally-specific knowledge as resources in constructing experiential propositions. Moreover, we distinguish between five sets of practices: objectification of self; aestheticisation of otherness; authentication of place-specific food experiences; constructing hospitality venues as cultural spaces; and vitrine-ing (creating platforms for showcasing migrant talent). We discuss the potential consequences of these practices for migrants, consumers, urban environments and their residents, and identify avenues for future research.